gente, se quiserem que eu adicione mais músicas na play, é só pedir na ask. 2bjs ;3

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geisyanematos: O.o adoreeeei sua web ! Quando sai o capitulo 6? Qual o seu nome ?

Gostou mesmo? Awn obg ;33 pode ser que eu poste hoje mesmo o capítulo 6 ;3

Meu nome é Ana Carolina (me chame de Carol)

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Anonymous: adorei, quando postar o 6º anjo? 2bjs

que bom que você gostou, bb. talvez segunda eu poste o próximo ;3

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em breve posto o 6º capítulo. aguarde…

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Isabelly abriu os olhos e viu uma luz bem forte. Eram dois homens, um deles estava segurando uma lanterna bem em frente de seus olhos. “Eles estão querendo me cegar com essa luz no meu rosto” pensou ela.
-Aí, cara. Ela ta viva sim. – disse um homem.
- Larga ela ai mesmo, então. – respondeu o outro.
Ela não estava entendendo muito bem o que estava acontecendo, ela se lembrava de ter ouvindo alguém a chamando e depois disso não se lembrava de mais nada. Ela não se lembrava de muita coisa, na verdade, ela não se lembrava de si própria. Ela não sabia o que estava fazendo naquele lugar e muito menos como tinha ido parar lá.
Ela estava numa espécie de caverna. Era escura e fria, tinha muito musgo lá. Ela prestava muita atenção para não acabar pisando em algum bicho rastejante nojento, ela tinha horrores de medo destes animais.
- Estes animais são tão horríveis. – reclamava ela.
Ela se pegou olhando para sua perna e para seu espanto, havia um piolho-de-cobra rastejando em suas pernas nuas. Ela desatou a gritar. Ela gritava e gritava. Até que o bichinho se enrolou e caiu no chão escuro e negro da caverna.
Isabelly nunca foi uma pessoa que gostava de ver o lindo nascer do sol, mas, agora, ela era a pessoa que mais desejava ver. A noite sombria estava dando calafrios nela, aquela era, provavelmente, a noite mais apavorante de todas.
Ela nuca havia visto um nascer do sol tão lindo como este estava. Os raios do grande sol no horizonte deixavam as nuvens rosadas, era a mais bela imagem. Se um momento tinha que durar para sempre, esse seria o ideal. Este nascer do sol estava incrivelmente belo. Esta imagem era tão vibrante que Isabelly nem se importou com os bichos rastejantes que estavam em sua volta.
O sol já estava no centro do céu, agora devia ser 11h da manhã. Ela estava caída na caverna que agora não era fria e escura e sim, clara e quente. Ela viu um clarão em sua vista, mas desta vez não eram os dois homens imbecis colocando uma lanterna em seu delicado rosto. Era algo que a deixou muito calma e tranqüila mesmo sem saber o que ou quem era.
Quando o clarão se foi, ela conseguiu observar algo, um vulto talvez. Ela não sabia como, mas este vulto, ou o que fosse, sabia seu nome e ele o repetia muitas e muitas vezes. “Isabelly, Isabelly, Isabelly…”

Era o fim, tudo estava acabando, inclusive o mundo de Ryan. O médico ia apertar aquele botão, que desligaria tudo, a qualquer momento. O pôr do sol continuava feio e para Ryan ele seria eternamente feio a partir deste momento.
Subitamente, ouviram-se barulhos vindos de trás da porta do quarto, esta foi arrombada. Era o velho.
- Posso dizê-la uma última coisa? – perguntou o velho aos médicos.
Os médicos concederam o pedido. O velho entrou, pegou na mão de Isabelly e cochichou algo em seus ouvidos. Ao soltar a mão, a menina acordou. Era um milagre. O velho saiu andando sem dar satisfações. Ele sumiu e ninguém sabia quem era ele.
- Filha?! – dizia o pai mais do que contente.
- Pai? O que aconteceu? Cadê o Luc?
- Quem é Luc, filha?
- O menino que me deu estas rosas… ué? Cadê minhas flores?
- Filha, melhor você descansar, você não está falando coisa com coisa.
Ninguém sabia quem era Luc e muito menos que ele havia estado naquele hospital, naquele quarto e que havia dado flores à Isabelly. Todos pensaram que Isabelly estava inconsciente e não sabia o que falava.
“Mas… e Luc? O que está acontecendo com ele? Onde ele está?” – perguntava-se Isabelly.
Passou-se três dias e Isabelly conseguiu alta do hospital, ela finalmente estava livre do sofrimento.
- Pai, nós temos que procurar o Luc. – insistia ela.
- Filha, eu não conheço nenhum Luc e você também não.
Ela cansou de pedir ao pai para procurá-lo, então, por que não ela mesma procurá-lo?
Já era noite, devia ser madrugada quando Isabelly acordou. Ela pegou algumas roupas, comida e saiu à procura dele. Ao acordar, Ryan não sabia de mais nada, não sabia onde teria ido sua filha, novamente o pânico e a tristeza tomaram conta do pobre pai. Ele perguntou a todos sobre Isabelly e ninguém sabia dela.
Isabelly caminhava sem saber para onde ir. Até que um jovem disse que vira um homem num campo ali por perto. Ao chegar ao suposto “campo”, viu que não era um campo, era uma floresta densa. Querendo, somente, ver Luc novamente, ela entrou na floresta sem se preocupar.
Ela caminhou por algumas horas e se deparou com uma cabana, mas algo a atingiu e ela caiu. Ela viu um vulto, mas não sabia quem era. De longe, com uma voz bem fraca ouviu “Isabelly! Isabelly! Isabe…” a voz foi sumindo com o tempo.

Cada dia que se passava, era mais um dia de sofrimento para Ryan - pai de Isabelly. Um, dois, três dias se passaram e Isabelly não respondia.
- Senhor Ryan. – disse um dos médicos. – se sua filha não responder dentro de uma semana, nós teremos que… – ele fez uma pequena pausa - desligar tudo.
Foi então que o mundo de Ryan desabou. Ele já havia perdido a tão bela esposa, ele não podia perder mais uma linda mulher da vida dele.
Passou três dias e Isabelly não respondia, parecia estar piorando cada vez mais. No sexto dia, Ryan já estava desesperado, sua filha continuava a dormir e ele continuava a sofrer.
O sétimo dia chegou, era o dia mais temido por Ryan, ele, sem esperança alguma, sentou em frete à sua casa.
Ao passar, um velho disse alegre:
- Bom dia!- era o mesmo velho que visitava Luc todos os dias.
- Hoje não é um bom dia. – resmungou Ryan, com o tom de voz baixo.
Incrivelmente, o velho escutou seu resmungo.
- Por que hoje não é um bom dia? Oras, você é um moço jovem, o que teria para te atrapalhar? – perguntou o velho.
- Você não entende…
- Claro que entendo, me conte o que está acontecendo.
- Vá embora, por favor. – pediu Ryan
O velho ficou em silêncio, porém não moveu um dedo se quer. Após alguns minutos Ryan perguntou:
- Por que continua aqui? Não te pedi para ir embora?!
- Quando pergunto algo, não gosto de sair sem respostas. – disse o velho.
Ryan pensou por um longo tempo e já com pouca paciência, decidiu contar ao velho:
- Bom… minha filha entrou num coma e ela anda só piorando, ela não se mexe faz duas semanas. – disse ele muito triste. – hoje à tarde, irão desligar tudo, as máquinas que a ajudam respirar, tudo, tudo acaba hoje.
O velho se levantou e sem dizer nada caminhou para longe, até sumir da vista de Ryan.
“Eu disse que ele não entenderia…” – falou triste.
Já era tarde, o pôr do sol estava infeliz naquela tarde, ao menos para Ryan. Ele, sentado ao lado de sua filha, dizia tudo o que vinha sem sua mente:
- Filha, me perdoe por não ter salvado sua mãe naquele dia. Filha, eu te amo. Filha, eu devia ter te dado mais atenção. Filha, eu te amo. Filha, eu te amo muito. Como eu queria que tudo isso não tivesse acontecido, poderíamos estar eu, você e sua mãe, sentados na rede da varanda conversando. Perdoe-me, filha.
- Senhor, já está na hora. – falou um dos médicos.
Ryan se afastou. O médico estava desligando tudo, tudo acabava agora, nada mais seria a mesma coisa. Na cabeça de Ryan passava todos os momentos felizes que vivera com sua filha, com sua esposa. E agora, ele não poderia mais viver estes momentos.
O coração de Ryan batia forte, muito forte.

Quando os médicos chegaram ao quarto de Isabelly já era tarde, não tinha mais jeito, Luc já se fora e talvez para sempre…
Isabelly gritava desesperadamente, pois Luc havia sumido sem deixar pista alguma. Ela estava totalmente arrependida de tê-lo maltratado daquele jeito.
- Se acalme. – dizia um dos médicos
- Como você quer calma se eu perdi aquele que mais se importava comigo, aquele que, infelizmente, só percebi que amo agora, como você quer me ver calma? Diga-me? – dizia Isabelly indignada
- Fique calma. – dizia o pai de Isabelly nervoso. – Filha, me escute, você tem um sério problema, qualquer nervoso que você passar pode ser o fim… o fim de tudo, filha
- Mãe?! – lembrou-se Isabelly chorando.
Era verdade, Isabelly aos cinco anos de idade perdeu sua bela mãe, sua mãe era tão bela, tão gentil e tão amigável quanto a prórpia. As duas, mãe e filha, eram muito ligadas, mas um dia, quando Isabelly tinha cinco anos alguém tirou a vida de sua mãe. Em sua frente, alguém atirou em sua pobre mãe.
Desde este dia, nada mais foi do mesmo jeito. Isabelly ficou tão impressionada que entrou em coma e quando acordou tudo teve que mudar. Toda vez que ela ficava nervosa ela entrava num coma muito profundo e nunca se sabia se ela iria voltar a abrir os olhos ou se ia, simplesmente, deixá-los fechados para sempre. Seu pai fazia de tudo para que ela não ficasse nervosa, mas parecia que agora ela não estava em seu controle.
- Filha, fique calma. Respira!
Isabelly respirou fundo, mas novamente o pânico e o nervosismo tomaram conta da pobre alma da moça.
- Filha, me conte o que houve. O que aconteceu para você estar nervosa?
- Pai, eu estou com medo! – disse ela.
- Medo do que, filha?
- Pai, estou com medo!
Era só isso que ela conseguia dizer, o pânico havia paralisado a moça.
- Fale filha! – tudo aquilo já estava deixando seu pai nervoso.
- Pai… pai… – sua voz ficava cada vez mais fraca.
- Diga, diga, filha! – dizia seu pai com um nó na garganta
- Pai! Pai! – gritava, agora, Isabelly desesperada, parecia que ela sabia de algo que não conseguia falar – Pai, o Luc… pai, o Lu… – ela se apagou num coma que talvez fosse eterno.

“Ele parecia estar sorrindo para mim, mas ele é só um vagabundo. Eu? Eu sou uma dama. Porque ele sorri tão alegre para mim? Eu nem ao menos sei o nome dele.”
Luc era ele quem sorria apaixonado para Isabelly, ele a achava linda, perfeita, sempre que a via andando, ele abria um sorriso, era automático, não tinha como evitar. “Ela simplesmente é perfeita” –Dizia enquanto a via passar.
-Ei Luc! Por que gosta dela? Ela nem ao menos sabe seu nome! – alguns diziam.
E outros criticavam:
-Luc, você é um bobão! Nunca que Isabelly, a mais linda das damas, iria te amar! Ela é linda e você é um ninguém! Pare de sonhar, você nunca vai conseguir.
Luc sempre sonhou estar ao lado de Isabelly, mas com todas essa perguntas e criticas, ele fez algo que nunca devia ter feito, ele desistiu de seu maior sonho, Isabelly.
Luc se fechou, não falava com mais ninguém, apenas tocava piano, que aprendera quando ainda era criança. Ele começou a tocar e um senhor que passava por ali, encantado com a música, parou e entrou na casa do jovem, deu-lhe uns trocados por sua música e saiu. Todo dia o velho passava por ali, escutava a música, dava uns trocados a ele, dava os parabéns pela música e ia embora sem dizer mais nada, isso já estava virando uma rotina.
Depois de vários anos trancado em sua casa e com a mesma rotina de sempre, com o velho indo até sua casa e dando-lhe dinheiro, Luc finalmente decidiu sair e passear de bicicleta.
Luc viu Isabelly e como de costume, ficou bobo, a bicicleta ficou descontrolada e caiu em cima de Isabelly, a bela dama se levantou irritada e começou xingá-lo. Depois de tanta confusão, Isabelly foi embora.
Luc, como a amava muito, voou até a cidade e comprou a ela um buque de rosas, rosas eram as flores favoritas de Isabelly. Ele foi até a casa dela, linda era a casa, mas não quanto a beleza de Isabelly, nada nem ninguém era tão bela quando Isabelly. Luc bateu na porta dela, sua empregada doméstica atendeu, pois Isabelly havia se machucado pelo fato do acidente.
Luc perguntou à moça onde que Isabelly estava, mas a jovem mola também não sabia, só sabia que ela tinha ido a um hospital.
Luc, desesperado, perguntavou a todos:
-Sabe onde está Isabelly?
-Não! – respondiam a maioria.
Não havia outra resposta que não seria “não”.
Foi quando Luc estava andando já há horas, que o velho, que sempre o elogiava, veio até ele e disse onde estava Isabelly. Luc ainda com esperanças, foi até o lugar indicado pelo velho. Quando chegou lá, Isabelly estava no quarto 12, ele correu até o quarto, mas já era tarde de mais, Isabelly já estava numa cirurgia.
Ele não sabia o que estava acontecendo, ele estava profundamente magoado e teve a obrigação de esperar Isabelly sair da cirurgia, isto durou um dia. Ele dormiu no consultório e quando amanheceu foi até o quarto. Lá estava Isabelly; a bela; a mais simpática de todas; a dama…
Ele deu-lhe um ramo de flores que havia comprado, ela amou o presente, agora já estava tudo mais calmo, parecia até que os dois estavam se entendendo, mas, subitamente, as luzes se apagaram, ouviram-se tiros e quando as luzes se acenderam novamente, Luc havia desaparecido.